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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A verdade sobre o atentado ao Charlie Hebdo por Paul Craig Roberts

Aqui está um artigo interessante, por Paul Craig Roberts, a respeito do atentado que nos faz refletir sobre o acontecido. Dr. Paul Craig Roberts foi Secretário Assistente do Tesouro de Política Econômica e editor associado do Wall Street Journal. Ele era colunista da Business Week, Scripps Howard News Service, e Creators Syndicate. 


Charlie Hebdo

O caso Charlie Hebdo tem muitas das características de uma operação de falsa bandeira. O ataque ao escritório dos cartunistas foi um ataque profissional disciplinado do tipo associado com forças especiais altamente treinadas; no entanto, os suspeitos que foram, posteriormente, encurralados e mortos pareciam atrapalhados e pouco profissionais. É como dois conjuntos diferentes de pessoas.

Normalmente terroristas muçulmanos estão preparados para morrer no ataque; no entanto, os dois profissionais que atacaram o Charlie Hebdo estavam determinados a escapar e conseguiram, um feito incrível. Suas identidades foram supostamente descobertas sob a alegação de que eles convenientemente deixaram, para as autoridades, suas carteiras de identidade no carro de fuga. Tal erro é inconsistente com o profissionalismo do ataque e faz-me lembrar do passaporte sem danos encontrado milagrosamente entre as ruínas das duas torres do WTC, que serviram para descobrir a identidade dos supostos sequestradores do 11/09.

É uma inferência plausível que as carteiras de identidade deixadas para trás no carro de fuga eram as carteiras dos dois irmãos Kouachi, bodes expiatórios convenientes, depois mortos pela polícia, e dos quais nunca mais iremos ouvir nada, e não as carteiras de identidade dos profissionais que atacaram o Charlie Hebdo. Um fato importante que suporta essa inferência é o relato de que o terceiro suspeito do ataque, Hamyd Mourad, o suposto motorista do carro de fuga, ao ver seu nome circulando na mídia social como um suspeito percebeu o perigo que corria e rapidamente entregou-se para a polícia para sua proteção a fim de não ser assassinado pelas forças de segurança como um terrorista. 

Hamyd Mourad disse que ele tem um álibi forte. Se assim for, isso faz dele o assolador de um falso ataque. As autoridades terão de dizer que apesar de estarem erradas sobre Mourad, elas estavam certas sobre os irmãos Kouachi. Alternativamente, Mourad poderia ser coagido ou torturado para fazer algum tipo de confissão que suporta a história oficial. https://www.intellihub.com/18-year-old-charlie-hebdo-suspect-surrenders-police-claims-alibi/

Os meios de comunicação americanos e europeus têm ignorado o fato de que Mourad se entregou para não ser morto como um terrorista, visto que ele tem um álibi. Eu pesquisei Hamid Mourad e tudo que eu encontrei (12 de janeiro) nos principais meios de comunicação americanos e europeus foi que o terceiro suspeito havia se entregado. A razão para a sua rendição foi deixada de fora dos relatórios. A notícia foi divulgada de uma maneira que deu credibilidade à acusação de que o suspeito, que se entregou, fazia parte do ataque ao Charlie Hebdo. Nem uma única fonte de mídia dos EUA informou que o alegado suspeito se entregou porque ele tinha um álibi fortíssimo. 

Alguns meios de comunicação apenas relataram a rendição de Mourad em uma manchete sem cobertura no relatório. A lista que eu pesquisei inclui o Washington Post (07 de janeiro por Griff Witte e Anthony Faiola); Die Welt (Alemanha) "Um suspeito entregou-se à polícia em conexão com o massacre de quarta-feira na sede da revista satírica parisiense, Charlie Hebdo," ABC News (07 de janeiro) "Suspeito mais jovem do ataque ao Charlie Hebdo se entrega"; CNN (08 de janeiro) "Citando fontes, a agência de notícias Agence France Presse informou que um suspeito de 18 anos de idade do ataque havia se entregado à polícia."

Outro enigma na história oficial que permanece despercebido pela mídia é o suposto suicídio de um membro do alto escalão da Polícia Judiciária francesa, que teve um papel importante na investigação do Charlie Hebdo. Por razões desconhecidas, Helric Fredou, um oficial da polícia envolvido na investigação mais importante da sua vida, decidiu se matar em seu escritório da polícia em 7 de janeiro ou 8 de janeiro (ambas as datas são relatadas na mídia estrangeira) no meio da noite ao escrever o seu relatório sobre sua investigação. Uma busca no Google a partir das 18h do dia 13 de janeiro mostra nenhuma grande mídia cobrindo esse evento. A mídia alternativa relata isso, como alguns jornais do Reino Unido, mas sem suspeita ou menção se o seu relatório desapareceu. A história oficial é que Fredou estava sofrendo de "depressão" e "burnout", mas nenhuma evidência é fornecida. Depressão e estresse são as explicações padrão de mortes misteriosas que têm implicações perturbadoras. 

Mais uma vez, vemos os jornais impressos e a mídia televisiva dos EUA servindo como um ministério de propaganda de Washington. No lugar da investigação, a mídia repete a história implausível do governo.

Cabe a todos nós pensarmos. Por que os muçulmanos ficariam mais indignados com charges em uma revista de Paris do que com as centenas de milhares de muçulmanos mortos por Washington e seus vassalos da França e da OTAN em sete países durante os últimos 14 anos? 

Se os muçulmanos quisessem realmente protestar contra as caricaturas, por que não trouxeram uma ação judicial de crime de ódio? Imagine o que aconteceria a uma revista europeia que se atrevesse a satirizar os judeus do mesmo jeito que o Charlie Hebdo satirizou os muçulmanos. De fato, na Europa as pessoas estão presas por investigar o holocausto sem inteiramente confirmar todos os seus aspectos. 

Se uma ação judicial muçulmana fosse feita pelas autoridades francesas, os muçulmanos teriam conseguido o que queriam. Matar pessoas apenas contribui para a demonização dos muçulmanos, um resultado que só serve para as guerras de Washington contra os países muçulmanos.

Se os muçulmanos são responsáveis pelo ataque ao Charlie Hebdo, qual objetivo muçulmano que eles atingiram? Absolutamente nenhum. Na verdade, o ataque atribuído aos muçulmanos encerrou com a simpatia francesa e europeia de apoio para a Palestina e com a oposição Europeia a mais guerras dos EUA contra os muçulmanos. Recentemente, a França tinha votado na ONU com a Palestina contra a posição dos EUA-Israel. Esta afirmação de uma política externa francesa independente foi reforçada pela recente declaração do Presidente da França que as sanções econômicas contra a Rússia deveria ser encerradas. 

Claramente, a França estava mostrando muita independência política externa. O ataque ao Charlie Hebdo serviu para assustar a França e colocá-la de volta sob o polegar de Washington. 

Alguns alegam que os muçulmanos são suficientemente estúpidos para atirarem na cabeça dessa maneira. Mas como conciliar tal suposta estupidez com os supostos ataques profissionais muçulmanos do 11/09 e do Charlie Hebdo? 

Se nós acreditamos na história oficial, o ataque de 9/11 sobre os EUA mostra que 19 muçulmanos, em grande parte sauditas, sem qualquer apoio de governo ou serviço de inteligência, enganaram não só todas as 16 agências de inteligência dos EUA, o Conselho de Segurança Nacional, Dick Cheney e todos os neoconservadores em altos cargos durante todo o governo dos Estados Unidos, além da segurança do aeroporto, mas também os serviços de inteligência da OTAN e Mossad de Israel. Como podem essas pessoas inteligentes e capazes, que deram o golpe mais humilhante da história do mundo a uma suposta superpotência sem qualquer dificuldade apesar de dar todos os indícios de suas intenções, possivelmente serem tão estúpidas a ponto de atirarem em sua própria cabeça quando eles poderiam ter colocado a França em tumulto com uma mera ação judicial? 

A história do Charlie Hebdo simplesmente não dá pra engolir. Se você acredita, você não é páreo para um muçulmano. 

Alguns que pensam que são especialistas dizem que um ataque de falsa bandeira na França seria impossível sem a cooperação da inteligência francês. Para isso eu digo que é praticamente uma certeza que a CIA tem mais controle sobre a inteligência francesa do que o Presidente da França. A Operação Gladio comprova isso. A maior parte do governo da Itália era ignorante dos bombardeios realizados pela CIA e pela Inteligência Italiana contra as mulheres e as crianças europeias e atribuía a comunistas, a fim de diminuir o voto comunista nas eleições. 

Os americanos é um povo lamentavelmente mal informado. Toda a história é uma história de operações de falsa bandeira. No entanto, os americanos descartam essas operações comprovadas como sendo "teorias da conspiração", que apenas prova que o governo tem feito uma lavagem cerebral com sucesso nos americanos e privou-os da capacidade de reconhecer a verdade. 

Os americanos estão em primeiro lugar entre as nações cativas.

Quem vai libertá-los

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A VERGONHA DA PETROBRÁS - BRASIL, UM PAÍS DE TOLOS...

'Arrependido', Costa diz que esquema da Petrobras repete-se no Brasil todo

Do UOL, em São Paulo
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  • Pedro Ladeira/Folhapress
    Paulo Roberto Costa é ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, cargo que ocupou entre 2004 e 2012. Foi preso em março por tentar ocultar provas que o incriminavam. Solto em maio, foi preso novamente em junho, e fez acordo de delação premiada, que possibilitaria uma redução de sua pena em caso de condenação. Atualmente cumpre pena em casa, no Rio
    Paulo Roberto Costa é ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, cargo que ocupou entre 2004 e 2012. Foi preso em março por tentar ocultar provas que o incriminavam. Solto em maio, foi preso novamente em junho, e fez acordo de delação premiada, que possibilitaria uma redução de sua pena em caso de condenação. Atualmente cumpre pena em casa, no Rio
Em depoimento nesta terça-feira (2) à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista da Petrobras, Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da estatal, declarou-se "arrependido", afirmou que sua família o convenceu a fazer a delação premiada e disse que o esquema de desvios na Petrobras repete-se no Brasil inteiro.
Na sessão de hoje da CPI, Costa está sendo submetido a uma acareação com Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da empresa.
Apesar de afirmar que, mais uma vez,não responderá às perguntas dos parlamentares, Costa fez um desabafo, que começou quando ele disse que todas as indicações de diretores da Petrobras, desde o governo de José Sarney (1985-90) até a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), foram políticas.
"Isso aconteceu em todos os governos. Todos! Com todos os diretores da Petrobras. Se não tivesse apoio político, não chegava a diretor. Isso é fato", disse. Na sequência, declarou-se arrependido por ter aceito participar do esquema de corrupção para chegar ao cargo de diretor.
"Era um sonho meu chegar a diretor ou até a presidente da companhia", disse. "Me arrependo amargamente. Infelizmente, aceitei uma indicação política para assumir a diretoria de abastecimento. Estou extremamente arrependido de ter feito isso. Se tivesse a oportunidade de fazê-lo, não faria novamente. Aceitei esse cargo e ele me faz estar aqui onde estou hoje", disse.
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CPI da Petrobras63 fotos

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2.dez.2014 - O ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa avisou, na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista da Petrobras, que não irá responder a nenhuma pergunta feita pelos parlamentares, a exemplo do que fez em outro depoimento à CPI. A sessão da comissão está sendo realizada nesta terça-feira (2). "Vou fazer alguns esclarecimentos, mas não vou responder a nenhuma pergunta devido ao processo que estou passando", disse Costa, em referência à delação premiada que faz à Justiça Federal Pedro Ladeira/Folhapress
Costa disse também que esquemas semelhantes ao da Petrobras ocorrem no "Brasil inteiro". "Não se iludam. Isso que acontece na Petrobras acontece no Brasil inteiro. Em ferrovias, portos, aeroportos. Tudo. Acontece no Brasil inteiro."
O ex-diretor da Petrobras disse que não responderia às perguntas dos parlamentares porque já disse tudo o que sabe na delação premiada. "Não tem nada da delação que eu falei que eu não confirme. A delação é um instrumento sério. Não pode ser usado de artifício, mentira, coisa que não seja possível de, à frente, confirmar."
Em seguida, Costa disse que provas estão aparecendo e que, na época oportuna, outros envolvidos no esquema serão conhecidos. Ele disse foram 80 depoimentos em mais de duas semanas de delação. "Vários fatos foram apresentados, e os que não foram apresentados eu indiquei quem poderia falar sobre os fatos." Ao final do desabafo, afirmou ter sido convencido pela família, e não pelos advogados, a fazer a delação.
"Quem me colocou com clareza para eu fazer a delação foi minha esposa, minha filha, meus genros e meus netos. Falaram pra mim: 'Paulo, por que só você? E os outros? Cadê os outros? Você vai pagar sozinho?'. Fiz a delação para dar um sossego a minha alma e por respeito e amor à minha família."
Em várias momentos de seu depoimento, Costa disse que o esquema na estatal estava o "enojando".

Delação premiada

Em delação premiada, Costa e o doleiro Alberto Youssef afirmaram que o esquema de desvios na Petrobras beneficiava partidos da base aliada, como PT, PMDB e PP. Os delatores também disseram que as maiores empreiteiras do país montaram um cartel para controlar as licitações. Os desvios chegavam a 3% dos contratos, segundo ambos.
As denúncias feitas por Costa e Youssef, além de outras provas, resultaram na prisão de 24 diretores e executivos de empreiteiras e um agente da Polícia Federal em novembro. Destes, 13 permanecem detidos. Parlamentares e governadores de vários partidos foram citados pelos delatores e estão sendo investigados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), já que possuem prerrogativa de foro.

Acareação

A acareação está sendo feita porque Costa teria dito, em delação premiada, que Cerveró recebia propinas e fazia parte dos desvios na Petrobras. A suspeita é que a compra de 50% da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006, tenha relação com o esquema.
O TCU (Tribunal de Contas da União) considera a aquisição um péssimo negócio em função dos prejuízos causados à estatal. Cerveró foi o responsável pelo parecer que avalizou a compra da refinaria. O ex-diretor da Petrobras integrava o Conselho de Administração da Petrobras, órgão na época presidido pela então ministra Dilma Rousseff, que qualificou de "falho" o documento elaborado pelo ex-diretor.
Em todas as oportunidades, o ex-diretor negou que participou ou tinha conhecimento do esquema na estatal. Em depoimentos à CPI da Petrobras,Cerveró isentou Dilma e, mais de uma vez, afirmou que a compra de Pasadena foi um bom negócio, já que estaria dando lucro atualmente, de acordo com ele. Omesmo foi dito por Paulo Roberto Costa.
Em outra delação premiada, Julio Camargo, executivo da Toyo Setal, teria afirmado que Cerveró recebeu propina de Fernando Soares, o Fernando Baiano, suspeito de ser o operador do PMDB no esquema da Petrobras. O ex-diretor da estatal teria ficado com uma parte de US$ 40 milhões que Fernando Baiano teria recebido para intermediar dois contratos com Cerveró. Suspeita-se que o dinheiro foi enviado ao Uruguai em contas do ex-diretor da Petrobras.
Além disso, segundo reportagem da revista "Veja", Cerveró morou em um apartamento no Rio de Janeiro avaliado em R$ 7,5 milhões que pertence a uma offshore com sede no Uruguai. O ex-diretor da Petrobras nega que tenha havido irregularidade e afirma que era inquilino do imóvel, pelo qual pagava cerca de R$ 8.000 por mês.
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Saiba quem são os citados na Operação Lava Jato55 fotos

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PAULO ROBERTO COSTA, O DELATOR - Investigado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, que apura esquema bilionário de lavagem de dinheiro, Paulo Roberto Costa é ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, cargo que ocupou entre 2004 e 2012. Foi preso em março deste ano por tentar ocultar provas que o incriminavam. Solto em maio, foi preso novamente em junho, e fez acordo de delação premiada com a PF em agosto, o que possibilitaria uma redução de sua pena em caso de condenação. Em depoimentos gravados feitos à polícia, ele cita, segundo a revista "Veja", ao menos 25 deputados federias, 6 senadores, 3 governadores, um ministro de Estado e pelo menos três partidos políticos (PT, PMDB e PP), que teriam recebido propina de 3% do valor dos contratos da estatal Leia mais Renato Costa/Frame/Folhapress

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A TAL DA “ELITE BRANCA” - POR JUCA KFOURI





Passada a correria da Copa do Mundo, será interessante retomar um tema que suscitou polêmica criada pelos que entendem tudo ao pé da letra ou são intelectualmente desonestos, raivosos, furibundos.
Interessa falar apenas aos primeiros, os do pé da letra, e é para estes que conto um episódio vivido num taxi, em Fortaleza, com um motorista pobre e negro que, inconformado com ameaças de manifestação antes de um jogo da Seleção Brasileira, dizia que os ativistas precisavam trabalhar mais e reclamar menos.
O motorista, embora pobre e negro, é um legítimo representante da elite branca, expressão usada pela primeira vez pelo ex-governador de São Paulo, o insuspeito, e também de honestidade inatacável, Cláudio Lembo, um político de centro.
Nestes dias em que Aécio Neves se diz à esquerda de Lula e Dilma, a quem chama de “direitistas”, é bom recuperar o que escreveu Francisco Bosco, em “O Globo”, no dia 26 de junho passado, para clarear conceitos e posições:
“O que me interessa aqui é me deter sobre a própria expressão. Pois não faltaram os que, compreensivelmente, questionaram a pertinência de seu sentido e suspeitaram de uma contradição entre ela e seu emprego por pessoas brancas de classe média ou alta. Diante do imbróglio, é necessário deslindar os fios.
Fazem parte da “elite branca” todos os sujeitos de grupos sociais privilegiados que denunciam difusamente as desigualdades do Brasil mas repudiam qualquer ato político real que as combata; todos os sujeitos incapazes de pensar e agir coletivamente, sempre colocando em primeiro, senão único lugar as suas vantagens pessoais; todos os sujeitos que, para dar um exemplo entre inúmeros possíveis, não apoiaram a greve dos vigilantes, que reivindicavam um piso salarial de pouco mais de R$ 1 mil (e R$ 20 de vale-refeição), diante dos bilhões de reais que os bancos lucraram no ano passado”.